Quaquié?!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pá-pum! 4



Jukebox #0,9 - *****
É como dito no outro post. HQs fracas.

Estudo sobre a participação do consumidor na criação de histórias em quadrinhos - Gustavo Henrich Evangelista Vieira - *****
Fala enroladamente sobre o desenvolvimento do mercado até as tendências dos dias de hoje. Quase não fala de quadrinhos. Baixe aqui.

Front #19 - Sonho - *****
Alguns autores aproveitaram o tema "sonho" pra abraçar o nonsense, outros divagam sobre algo óbvio ou pretensamente importante. Mas há alguns roteiros decentes, e os desenhos são quase todos muito bons.

Mônica # 43 - *****
A HQ do título é uma pusta lição de respeito aos desejos alheios. O resto é o de sempre, divertidinho, às vezes educativo.

Menina Infinito - Fábio Lyra - *****
Humano e cotidiano, boas histórias com traço grosso e certo. Vou confessar que a última parte mexeu comigo.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pá-pum! 3



Os Rancorosos #5 - Thiago Spyked

Além das velhas tiras de "levar um fora", tiras mais variadas. Rápido e gostoso.


HQ Udigrudi: a linguagem artística dos quadrinhos alternativos na década de 1970 no Brasil - Claudio Rogério da Silva

Dá pra aprender alguma coisa, mas o estudo é superficial e mal escrito. Baixe aqui.


Natal Disney de Ouro

Uma ou outra história realmente boa, maioria bem medíocre.


Cachalote - Daniel Galera e Rafael Coutinho

Não é tuuudo aquilo que disseram que seria, mesmo assim, é muuuito bom! Sabe aquele filme belga que você viu na única vez que foi a um cineclube? É por aí.


Brasil 2.000 e um #0 - Trilh0.01

Humor básico, quando muito.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Pá-pum! 2


Alcatéia: O Château da Vertentes - Eddie Van Feu e Axia Stowe ∆∆◦◦◦
Arte que poderia ser melhor se não tivesse sido feita às pressas (mas tem umas firulas bem bonitas). Roteiro válido, mas com péssimo aproveitamento de página, não merecendo esse formatão.

Pinoquio vai à Guerra - Elenio Pico - ∆◦◦◦◦
Desenho bonitinho, todo o resto fraco, muito fraco.

Jukebox #2,1 - ∆∆∆◦◦
Eu queria saber escrever tão bem quanto esse pessoal. É uma revista variadíssima sobre arte, bem válida nesse sentido. As HQs são, na maioria, sem noção e sem graça.

Rafe: Resolvendo o Layout - Thiago Spyked - ∆∆∆∆◦
Na mesma levada do primeiro Rafe, mas mais voltado pra linguagem quadrinística. Ótima reflexão e diversão, embora algumas das idéias sejam pouco aplicáveis nos quadrinhos.

Front #17 - Invisibilidade - ∆∆◦◦◦
Os autores pareceram incapazes de variar sobre esse tema (com algumas exceções). Arte no geral muito boa.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Pá-pum! 1

Macaco Albino #2 - Robles - ∆∆∆∆◦
Uma DELÍCIA! E que expressividade! Mas impagável mesmo é a história imprevisível que amarra a edição toda.

Front #18: Ódio - ∆∆◦◦◦
No geral: arte boa e roteiros fracos com tendência ao falatório digressivo descontrolado.










O Circo de Lucca - Jozz - ∆∆∆∆∆
Uma saga metalingüística! Leitura obrigatória para quem quer fazer quadrinhos (ou qualquer arte gráfica), leitura ainda assim deliciosa pra quem só quer ler.

Contos do Leão Negro - Cynthia Carvalho - ∆∆∆∆◦
Talvez pelo trabalho e pouco retorno dos quadrinhos, a autora resolveu escrever contos. Personagens bem feitos, porrada, intrigas e MUITA putaria (chega a ficar chato)! Uma ótima oportunidade para conhecer (e bem) esse universo. Destaque para Dias na Batólia e A Caravana de Botharus. Baixe aqui.

Fanzine: a Plurivalência Paratópica - Aurea Suely Zavam - ∆∆∆∆◦
Esse artigo fala do não-lugar do zineiro na sociedade e na arte e de como a consciência disso afeta seu trabalho. Fanzineiros, leiam aqui!

Bom, esse foi nosso primeiro passo na direção de um síntese mais sintética. Tudo está instável nessa fase experimental!

E perdoem qualquer coisa, o blogspot não tá facilitando pra mim :):

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Estamos em crise

O Alemão disse que ia sumir por uns tempos, deve ter se envolvido com uns negócios errados. A Repolhinho escreve pouco e, quando o faz, não consegue postar, deve ter pegado vírus vendo uns sites errados.

E eu estou em crise. Este, de todos meus blogs, tem sido o mais longevo, porque, diferente dos outros, eu tinha um porquê, um objetivo: diferente das resenhas do UHQ, por exemplo, que são ótimas, mas enormes, eu queria fazer um comentário rápido, como aquele que se faria numa conversa com os amigos.

Mas com o tempo fui vendo que não era tão rápido assim, principalmente para mim, que tinha que fazer algo leve, mas, ao mesmo tempo, complexo o suficiente para justificar sua existência. Acabava sendo trabalhoso demais, e eu terminava, em muitos casos, por não dizer nada que já não tivesse sido anunciado aos quatro ventos por aí.

Eu não tinha nem a relevância, nem a leveza.

Como outros têm a relevância, eu buscarei a leveza.

Esperem por um novo formato nos próximos dias.