Quaquié?!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A atualidade das histórias em quadrinhos no Brasil: a busca de um novo público


Artigo publicado em História, imagem e narrativas #5
Setembro de 2007
Waldomiro Vergueiro
20 páginas

O artigo passa brevemente pela publicação de HQs no Brasil ao longo do tempo e mostra algumas tentdências da publicação atual, focando no underground, nas graphic novels e nas adaptações.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Nem Morto

Roteiro: Leo Finocchi e Bart Rabelo
Arte: Leo Finocchi

Nem Morto é o nome de uma série de tirinhas online que fala sobre a vida... ou melhor, a morte de um rapaz, e como ele passará a enfrentar o dia a dia sendo um zumbi.

A premissa é muito interessante mas, na prática, vemos poucas tirinhas que tratam exatamente do fato do protagonista ser um zumbi. Isso também se deve ao fato da série mal ter começado, mas muitas das piadas já apresentadas poderiam ser usadas com protagonistas totalmente vivos e isso tira um pouco o mérito das mesmas, embora sejam boas. Posso estar sendo chato, mas o fato é que se a premissa é ter um protagonista zumbi, quero ver piadas envolvendo exatamente isso, pelo menos no início.

Claro que isso não significa que as tirinhas são ruins. Pelo contrário. Muitas delas possuem piadas inteligentes e bastante bacanas. Posso dizer o mesmo da arte. Simples, mas que funciona perfeitamente para o formato. Um toque especial é a influência Nerd em pequenos detalhes, o que nunca falha, na minha opinião.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Liga Jundiaiense de Super-Heróis #1


Jundcomics e Quarto Mundo
Novembro de 2009
Roteiro e Arte: Hugo Nanni, Rodolfo Bonamigo, Ede Galileu e Val Marques
R$5,00
32 páginas

O primeiro volume das histórias da Liga Jundiaiense de Super-Heróis já foi comentado aqui, pelo Bozo!

Jundman, Homem-Chiclete, Estilingue Púrpura, Muleki Kaniveti, Italianona, Ubiratã e Garota-Urubu formam essa equipe de super-heróis, no mínimo curiosa, que tem como objetivo defender... Jundiaí? Talvez... quem sabe?

Esse primeiro volume da série trata de apresentar os personagens em uma história inicial, com arte de Hugo Nanni e com roteiro do mesmo e de Rodolfo Bonamigo. Por tratar apenas da apresentação dos personagens, a história acaba não tendo uma trama muito elaborada. A arte de Hugo, embora seja bem simples, agrada bastante.

Além das diversas pin-ups espalhadas pela revista, feitas por vários dos autores, encontramos também a história de origem do personagem Taru-man, ser extraterrestre, vegetal e poderoso, com arte e roteiro de Rodolfo Bonamigo, e a história de origem do Homem-Chiclete, com arte e roteiro de Ede Galileu.

Como primeiro volume, a revista cumpre o seu papel, apresentando os personagens. No entanto, ficamos no aguardo de histórias que desenvolvam mais os mesmos e tenham tramas mais elaboradas, em volumes futuros.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Clube da Voadora #1


Quarto Mundo
Roteiro e Arte: Hugo Nanni
R$5,00
24 páginas

Esse primeiro volume da série Clube da Voadora já foi comentado por aqui, pelo Bozo.

A série conta a história de um projeto secreto do governo, que tem como objetivo criar super soldados, retirando crianças, em situações precárias, das ruas, para treiná-las e utilizá-las como cobais em certos experimentos.

Quatro adolescentes se destacam entre as cobaias, formando um grupo utilizado pelo governo para certas missões. O grupo é formado pelo hábil Zerocentos, pela felina Wabluba, pelo armeiro Boca Negra e por Zé Maria, no qual a história desse primeiro volume é focada.

Além da introdução dos personagens e da situação na qual estão inseridos, temos aqui as reflexões do personagem Zé Maria sobre quem são os verdadeiros heróis de nossas vidas. O interessante é pensar que Hugo Nanni muito provavelmente inspirou-se em suas próprias reflexões sobre uma de suas profissões para discorrer sobre o fato de que um exemplo verdadeiro de herói, para Zé Maria, é seu antigo professor.

Os traços de Hugo Nanni variam bastante no decorrer dos quadros, sendo que alguns possuem desenhos mais elaborados que outros. No geral, agradam bastante. No entanto, concordo com o Bozo quando ele diz que a pintura ficou muito escura.

A trama me deixou perturbado, em certos momentos, por surpreender com situações, ao meu ver, inexperadas, e por possuir elementos um tanto bizarros. Só lendo para entender, mas considero elementos assim, marcantes, positivos para que a história mantenha-se na cabeça do leitor. Ficamos ansiosos pela continuação que, segundo o autor, focará na personagem felina, Wabluba. Coisa muito boa está por vir. Sinto isso.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Banzai #1


Escala
2002
R$ 3,50
96 páginas

Nessa outra tentativa da Escala de publicar mangá nacional, o subtítulo "jovens guerreiros em ação!" já denuncia HQs bobas de aventura.

São cinco HQs, mas nem perco meu tempo falando de cada uma. No geral: histórias toscas, narrativas confusas e arte muito boa.